Existem certas áreas do conhecimento humano que poucos dominam, mas muita gente acha que entende. A comunicação, por exemplo. Ora, todo mundo se comunica, não é mesmo? Mas fazer isso de forma efetiva exige mais que prática. É preciso também manter uma atualização constante de técnicas e princípios. Pensando nisso, separamos cinco sugestões de leitura para inspirar seu início de ano com novos paradigmas que estão transformando a interação entre pessoas e corporações ao redor do mundo. Boa leitura!

Tribos. Nós Precisamos Que Você Nos Lidere, de Seth Godin

Uma tribo é qualquer grupo de pessoas, grande ou pequeno, que são conectadas a uma outra, a um líder ou a uma ideia. Por milhões de anos, os seres humanos têm se juntado a tribos, sejam elas religiosas, étnicas, políticas, ou até mesmo musicais (pense sobre os Deadheads). Esta é a nossa natureza. Se você acha que liderança não é pra você, pense direito — os líderes vêm em embalagens surpreendentes. Tome como exemplo Joel Spolsky e sua tribo internacional de engenheiros de software superinteligentes.

O Poder dos Quietos, de Susan Cain

Em um mundo que exalta o Ideal da Extroversão, a timidez é vista como algo entre a decepção e a patologia. Pessoas quietas são subestimadas a todo instante e sentem que precisam ser mais comunicativas.Mas O poder dos quietos marca o fim desse dogma da sociedade. Com uma pesquisa minuciosa e diversos casos de introspecção bem sucedida, Susan Cain mostra por que a introversão e a timidez podem ser o combustível – e não o obstáculo – para os mais variados êxitos. “Cometemos um erro grave ao abraçar o Ideal da Extroversão tão inconsequentemente. Algumas das nossas maiores ideias, a arte, as invenções — desde a teoria da evolução até os girassóis de Van Gogh e os computadores pessoais — vieram de pessoas quietas e cerebrais que sabiam como se comunicar com seu mundo interior e os tesouros que lá seriam encontrados. Sem introvertidos, o mundo não teria: A teoria da gravidade; A teoria da relatividade; ‘O segundo advento’, de W.B. Yeats; Os noturnos de Chopin; Em busca do tempo perdido, de Proust; Peter Pan; 1984 e A revolução dos bichos, de George Orwell; ‘O Gato do Chapéu’, do Dr. Seuss; Charlie Brown; A lista de Schindler, E.T. e Contatos imediatos de terceiro grau, de Steven Spielberg; O Google; Harry Potter.”

 

O Ponto da Virada – The Tipping Point, de Malcolm Gladwell

Você já ficou intrigado pensando no que faz com que um produto, um serviço ou mesmo atitudes virem moda da noite para o dia? Já imaginou que tipo de mudança faz, por exemplo, com que livros desconhecidos se transformem em best-sellers? Ou o que explica o aumento do consumo de cigarros entre os adolescentes, apesar da campanha antitabagista?

Neste livro – que já vendeu 5 milhões de exemplares em todo o mundo e está há mais de 200 semanas na lista de best-sellers do New York Times – Malcolm Gladwell apresenta uma maneira instigante e original de entender fenômenos sociais desse tipo: vê-los com epidemias.

‘Ideas, produtos, mensagens e comportamentos se espalham como vírus’, diz o autor. E o momento decisivo em que essas novidades se alastram – ou se acabam – é o que ele chama de O ponto da virada. Esse instante crítico surge com mudanças que, embora pequenas, surtem um efeito extraordinário.

Mas nem sempre as novidades contagiantes são benéficas. Basta pensar na epidemia de suicídios que arrebatou adolescentes da Micronésia por uma década depois que um jovem rico e carismático tirou a própria vida.

Partindo dessa tremenda influência que sofremos do meio, Gladwell pergunta: por que então algumas epidemias que poderiam ser ‘boas’ não emplacam, como é o caso da campanha antitabagista entre os jovens?

Sua resposta é que as pessoas podem transformar radicalmente seus comportamentos ou suas crenças desde que estejam diante do estímulo certo. E aqui ele nos mostra como identificar e até construir esses estímulos.

 

Contágio: Por que as coisas pegam,de Jonah Berger

O que faz algo ser realmente um sucesso de público? Se você respondeu propaganda, pense de novo. Hoje as pessoas não dão mais tanta importância para anúncios, elas escutam opiniões. Mas por que falamos mais sobre certos produtos e ideias do que outros? Por que algumas histórias e boatos se espalham com mais facilidade? E o que faz um conteúdo on-line tornar-se viral? Jonah Berger, professor de Marketing de Wharton, passou a última década respondendo essas perguntas. Ele estudou, por exemplo, por que artigos do The New York Times estão sempre na lista dos textos mais enviados por e-mail, ou por que alguns produtos geram boca a boca, e como a influência social define desde os carros que compramos às roupas que vestimos e os nomes que damos a nossos ¬ filhos. Neste livro, Berger revela a ciência secreta por trás do viral e da transmissão social. O autor apresenta seis princípios básicos que impelem todos os tipos de coisas a se tornarem contagiosas, de bens de consumo e iniciativas políticas a boatos no ambiente de trabalho e vídeos no YouTube.

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